domingo, 31 de agosto de 2025



 O HOMEM QUE SAUDEI / Celso Ferruda

Parte aquele que plantou letras
Nos altares do "Analista de Bagé";
Que pintou de orgulho os pampas,
Que desenhou olhares para a humanidade.
Fica chorando a "Velinha de Taubaté"
E o povo que colecionava crônicas.
Vertem lágrimas dos livros aos jornais
Diante do adeus em seus funerais...
Ainda bem que resta a beleza no ar,
"Comédia para se ler na escola" incrível
Para sacanear a tristeza e mostrar que,
Luiz Fernando ainda vive nos altares...
"As mentiras que os homens contam"
São preceitos para encontrar a verdade.
E tudo o que brilha é sagrado na história.
Nossa memória percebe o brilho da sua estrela no céu.

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