sexta-feira, 23 de outubro de 2026

 


20 de outubro — Dia do Poeta

O Dia do Poeta é celebrado em 20 de outubro. A data está relacionada à fundação do Movimento Poético Nacional, em 1976, na casa do escritor e pintor Paulo Menotti Del Picchia, em São Paulo.

Mais do que lembrar uma data, é uma oportunidade de valorizar quem encontra nas palavras uma forma de expressar sentimentos, contar histórias, registrar o cotidiano e olhar o mundo de um jeito diferente.

A poesia está nos livros, mas também nas pequenas coisas da vida, nas lembranças, nas alegrias, nas tristezas e na maneira como cada pessoa enxerga o que acontece ao seu redor.

Neste dia, fica o nosso reconhecimento a todos os poetas que compartilham seus versos e ajudam a manter viva a literatura.


 


 PRIMAVERA


Ouves o canto do passarinho
terminando de arrumar o ninho?
Será que procura companheira
que goste dele e seja parceira ?
Vês o despertar do alvorecer?

As flores voltam a aparecer.
Sentes o perfume das flores ?
Tantos matizes e tantas cores.
Ouves o borbulhar do regato ?
As folhas verdes querem teu tato.

Algo novo flutua no ar.
Será um casal a se apaixonar?
Na primavera, voltamos a amar.

(Liti Belinha - primavera - 2026)

 


Poeta...

Deleito-me com os auspícios da inspiração,
Eterna missão ouvindo vozes ancestrais,
E rabiscando incontáveis linhas do viver,
Sendo ser de outro ser em momentos pontuais.
Alegra-me nestas metáforas da paixão,
Coisas do coração de momento caliente,
Daquele olhar aguçado e também sideral
No âmago do espiritual, servindo qual vidente.
Contento-me com a precisa rima do espaço,
Pois em cada traço o tal sentimento de alguém,
E feito cartas jogadas numa ansiedade,
Buscando uma verdade numa ausência do bem.
Realizo-me servindo de ponte mensageira
Numa escrita alvissareira aos olhos tão sedentos,
Semeando utopias em corações sofridos,
De olhares caídos derrubados pelos ventos.
Orgulho-me de compor sentimentos alheios,
Nos versos que creio na poesia divina,
Magna missão terrena de tanto rabiscar
E de poder parar no âmago de uma retina.
Primavera de 2026
ESTÂNCIA VELHA-RS
Paulo de Vargas
"O Montenegrino"

segunda-feira, 19 de outubro de 2026


Aventuras marítimas e literatura na ALVALES

No dia 16 de outubro DE 2026, a sala da ALVALES – Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos – recebeu a visita do escritor Jorge Ribeiro Jr., que participou de um encontro da Oficina de Escrita Criativa, Tricô e Literatura.

Na ocasião, o autor compartilhou com os participantes relatos de suas aventuras marítimas, conduzindo os presentes por experiências e histórias vividas durante suas viagens. Para enriquecer a conversa, apresentou registros fotográficos desses momentos, permitindo que todos conhecessem um pouco mais dos lugares visitados e das experiências que marcaram suas jornadas.

O encontro foi uma oportunidade de trocar experiências, conhecer novas histórias e perceber como as vivências pessoais podem se transformar em inspiração para a escrita e para a literatura.

A ALVALES agradece a presença de Jorge Ribeiro Jr. e a generosidade em compartilhar suas experiências, tornando o momento de convivência ainda mais enriquecedor.




 CONVITE DO ESCRITOR CELSO FERRUDA

 CONVITE PARA ENCONTRO COM O ESCRITOR SID FONTOURA




 


CONVITE DO ESCRITOR SID FONTOURA AOS ACADÊMICOS DA ALVALES

Prezados colegas acadêmicos.

É com grande satisfação que compartilho com vocês o lançamento do meu novo livro, Biblioteca de Histórias Estranhas, contemplando contos escritos entre 2009 e 2020, e que começará a ser distribuído nas livrarias a partir do dia 1º de Novembro. Infelizmente, como nem todos conseguiram enviar as avaliações dos contos a tempo, a editora optou por incluir nesta primeira edição apenas a apresentação da obra, gentilmente redigida de maneira singular pela vice-presidente da ALVALES, Renate Gigel. Aproveito este momento para expressar minha mais sincera gratidão e profundo agradecimento aos colegas que se dedicaram e avaliaram meus textos de maneira magistral. O apoio e o olhar atento de vocês foram fundamentais.
Um abraço a todos

 


13 de outubro – Dia Mundial do Escritor

O dia 13 de outubro é celebrado, em diferentes publicações e calendários, como o Dia Mundial do Escritor, uma data dedicada a homenagear aqueles que encontram nas palavras uma forma de expressar ideias, compartilhar experiências, despertar emoções e registrar os acontecimentos de seu tempo.

Embora não haja informações históricas amplamente documentadas que esclareçam a origem dessa data específica, a ocasião nos convida a refletir sobre a importância dos escritores e de sua contribuição para a cultura, a literatura e a sociedade.

No Brasil, o Dia Nacional do Escritor é comemorado em 25 de julho, data instituída em 1960, durante o I Festival do Escritor Brasileiro, promovido pela União Brasileira de Escritores.

 

12 de outubro – Dia Nacional da Leitura

Ler desde a infância: um convite à imaginação, ao conhecimento e à descoberta

O dia 12 de outubro é celebrado no Brasil como o Dia Nacional da Leitura, uma data instituída pela Lei nº 11.899, de 8 de janeiro de 2009, com o propósito de valorizar a leitura e incentivar a formação de leitores.

A escolha da data está associada ao Dia das Crianças, celebrado no Brasil em 12 de outubro, reforçando a importância de aproximar os pequenos do universo dos livros desde os primeiros anos de vida.

Ler para uma criança, compartilhar histórias, explorar as ilustrações de um livro ou permitir que ela escolha sua própria leitura são gestos simples que podem despertar a curiosidade, estimular a imaginação e fortalecer os vínculos afetivos. Por meio dos livros, as crianças conhecem outros mundos, ampliam seu vocabulário, desenvolvem a criatividade e aprendem a compreender diferentes realidades e sentimentos.

Entretanto, a leitura não é importante apenas na infância. Em todas as fases da vida, ela nos oferece oportunidades de aprender, refletir, questionar, emocionar-nos e compreender melhor o mundo e as pessoas que nos cercam.

Neste Dia Nacional da Leitura, a ALVALES – Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos – convida a comunidade a reconhecer o valor dos livros e a cultivar o hábito de ler. Que a leitura esteja presente em nossas casas, escolas, bibliotecas e espaços culturais, aproximando gerações e despertando novos leitores.

Porque cada livro aberto é uma porta para novas descobertas, e cada leitor que conquistamos representa uma nova possibilidade de transformação.

Que nunca nos faltem histórias para contar, livros para compartilhar e leitores dispostos a descobrir a riqueza que existe em cada página!


DAS VEZES...

Das vezes que contei estrelas
No inspirador céu da esperança,
E tendo as luas como guias,
Matutando algumas poesias
Desde os meus tempos de criança.
Das vezes que corri descalço
Pelos campos da projeção,
Mirando algum ponto no norte
Buscando ser um ser mais forte
Resistindo "ares" na amplidão.
Das vezes que me deparei
Com alguma porta fechada,
Dos contados suspiros dados
E dos sentimentos calados
Jogados nas curvas da estrada.
Das vezes que já mergulhei
Na obscuridade de uma sanga,
E do ineficaz tempo bruto,
Ora procurando algum fruto
Na tal árvore sem pitanga.
Das vezes que já rabisquei
Sem encontrar a poesia,
Porém eu sigo rabiscando
Quem sabe a vida é ir tentando...
Antes que eu não seja mais dia.
Primavera de 2026
ESTÂNCIA VELHA-RS
Paulo de Vargas
"O Montenegrino"

sexta-feira, 9 de outubro de 2026



   Projeto: Apreciação Literária Alvaleana- Reconhecimento e Valorização (texto de Adriane Kalsing)

 
Dia 30 de setembro de 2026, às 15h, ocorreu novamente, na sala da Alvales, o encontro de Acadêmicos da Alvales e convidados, no intuito de promover a valorização da obra "Rumo ao Mistério dos Incas", de autoria  do escritor e Presidente da ALVALES, Jorge Remi Hansen.

Foi um encontro muito cultural e produtivo, envolvendo comentários, dinâmicas criativas de grupo (dramatizações, homenagens escritas...) e explanações envolvendo curiosidades e fatos históricos e pitorescos dos locais visitados.
Jorge nos presenteou, através de seu livro, (que também se assemelha a um Diário de Bordo) com uma verdadeira viagem a estes locais, por meio do registro de muitas fotos e detalhes da jornada rumo ao Mistério dos Incas!

 Foi uma tarde memorável, com muita integração dos participantes, troca  de ideias e exposição de objetos e souvenirs desta incrível viagem!

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

 


Uma tarde de encontros e solidariedade na ALVALES

Na tarde chuvosa de 8 de outubro de 2026, os acadêmicos da ALVALES – Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos – reuniram-se na sala da Academia para mais um encontro de convivência, diálogo e planejamento.

Entre os assuntos tratados, estiveram questões diversas relacionadas às atividades da Academia, que vêm contribuir para o fortalecimento e a continuidade da vida literária da ALVALES.

Além dos assuntos administrativos e dos projetos para os próximos meses, a reunião também teve um momento especial de solidariedade. Ao final do encontro, foram sorteados alguns prêmios da rifa realizada com o objetivo de ajudar uma aluna da Oficina de Crochê e Literatura.

Assim, em meio à chuva que caía lá fora, a tarde foi marcada por conversas, decisões, planos para o futuro e, principalmente, pela demonstração de que a literatura também se constrói por meio da amizade, da união e da solidariedade.

Mais uma tarde simples, mas significativa, entre aqueles que fazem da ALVALES um espaço de encontro, cultura e fraternidade.


Uma tarde rumo ao mistério dos Incas

No dia 30 de setembro de 2026, a sala da ALVALES – Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos – foi cenário de uma tarde especial de apreciação literária. O encontro teve como protagonista o livro Rumo ao Mistério dos Incas, do escritor e acadêmico Jorge Remi Hansen.

Em um ambiente acolhedor, alguns acadêmicos reuniram-se para conhecer um pouco mais sobre a obra e sobre a experiência que inspirou sua escrita. O próprio autor apresentou o livro, compartilhando detalhes da viagem e das descobertas que contribuíram para a construção da narrativa.

E, como uma viagem também se faz de lembranças, Jorge trouxe consigo diversos souvenirs que trouxe de sua passagem pelos lugares que fazem parte desse universo tão fascinante. Cada objeto ajudou a aproximar os presentes da cultura, da história e das paisagens que permeiam a obra.

Mais do que uma apresentação de livro, a tarde foi uma oportunidade de viajar através das palavras, da memória e das experiências do autor. Afinal, a literatura tem esse poder especial: permitir que conheçamos lugares distantes sem sair do lugar e, ao mesmo tempo, despertar em nós a vontade de conhecê-los.

Entre histórias, lembranças e literatura, Rumo ao Mistério dos Incas mostrou-se uma obra que convida o leitor a embarcar em uma jornada de descobertas, mistérios e encantamento.

Foi uma tarde agradável, de partilha e valorização da literatura, que ficará como mais um bonito momento vivido entre os acadêmicos da ALVALES.










quinta-feira, 1 de outubro de 2026

 


UM É O OUTRO - O PIANO - (Liti Belinha Rheinheimer)

O humano é como a tecla de um piano. Sozinha, uma tecla nada vale. Assim, o humano. Sozinho, pouco vale. As teclas, unidas, tocadas por um pianista, alcançam melodias incríveis. Assim, os humanos, unidos, dirigidos por um bom líder, alcançarão grandes feitos.

 

Palmeio esta cuia na mão...
Palmeio esta cuia na mão
Que por regalo recebi,
Numa alegria guarani
Evocada na tradição,
Vinda em formato de canção
Sonorizado em melodias,
Das Cantigas de poesias
Que no bom sentimento treme,
Da abreviação do W. M.
Mestre das boas cantorias.
Palmeio esta cuia na mão
Em profundo agradecimento,
E para ecoar pelo vento
Toda esta minha gratidão,
E que por toda vastidão
Escutando a boa vaneira,
De quem não refuga a bandeira,
Nos galpões do grandioso pago,
A cantiga tornou-se afago
Na voz do cantor da Palmeira.
Palmeio esta cuia na mão
Mateando a pura amizade,
Abençoada pela Deidade
E dos farrapos da nação,
De quem cumpre a boa missão
De interpretar o pago em flor,
Taura missão do cantador
Dar às noites xucros embalos,
Dos "De gaúchos e Cavalos",
Do bagual Corcoveador.
Palmeio esta cuia na mão,
Para falar da idolatria,
Que por cantar com tal mestria,
Fez-me por fã nesta amplidão,
Com a sua interpretação
Confirmou os meus ideais,
Por não cantar fatos banais,
Porém o campo e o cavalo
Que eu agradeço o bom regalo
Gracias, dom Walther Morais.
Primavera de 2026
Estância Velha-RS
Paulo de Vargas
"O Montenegrino"

 


SE QUINTANA ESTIVESSE VIVO
Celso Ferruda

Ah, se Quintana estivesse vivo,
Caminhando pela Rua do Arvoredo,
Inspirando-se para mais um livro,
Eu não queria morrer tão cedo.

Queria andar na praça, lado a lado,
Conversando um pouco de tudo,
Tomar um café na mesa do mercado
E ouvir aquela voz ecoar pelo mundo.

Pediria que me ensinasse a ver poesia
No simples caminhar, na simplicidade,
E a fazer amigos com tanta alegria.

Queria ver o pôr do sol, como ele via,
Convidar mais um amigo a poetizar
E apanhar-me pelo braço: “Que alegria!”

 



A SABEDORIA DA MADEIRA
( Celso Ferruda)
Como uma semente silenciosa sob a terra, a vida começa no silêncio.
Ali, longe dos olhos, algo se transforma, cresce e prepara-se para romper a escuridão. Talvez a madeira possa nos ensinar justamente isso: como crescer em meio aos conflitos sem perder a essência.
A criança também nasce envolta em silêncio. Nele, desenvolve-se, até que sua primeira manifestação diante do mundo seja o choro. É o primeiro rompimento do silêncio; é a vida anunciando a própria existência.
A madeira cresce. O tronco surge, os galhos se expandem, e o vento, ao atravessar suas folhas, transforma o silêncio da mata em movimento. Ela não reclama da força que a curva, nem da chuva que a fustiga. Apenas permanece, aprendendo a resistir.
Na mata, porém, chega o homem. A árvore é ferida, cortada e transformada em sustento. Ainda assim, antes de partir, oferece flores, frutos e sementes, deixando na terra a promessa de uma nova vida.
Ela enfrenta os ventos e, silenciosamente, contribui para o equilíbrio da natureza. Oferece ar, sombra, abrigo, alimento e, de tantas maneiras, participa da vida que nos cerca.
Mas o homem, muitas vezes, deixa de observar os animais. Eles são reveladores. Seus movimentos anunciam a harmonia ou o perigo; sua alegria revela a saúde da mata; seu medo denuncia a presença daquele que, tantas vezes, chega sem perceber que também depende daquilo que destrói.
A madeira serve de abrigo e cumpre sua missão em silêncio. O homem, porém, quebra esse silêncio com o martelo, com a serra e com a ambição. Constrói, mas também destrói. Retira da natureza aquilo que lhe sustenta e, muitas vezes, sem perceber, semeia a escassez de amanhã.
Há quem receba aplausos, prêmios e reconhecimento, mas não consiga contemplar o silêncio. Escuta tanto a própria voz que já não percebe o chamado da natureza. Convence outros a segui-lo, enquanto a mata, silenciosamente, parece pedir apenas uma coisa: que o homem aprenda a ouvir.
A madeira possui uma sabedoria que não precisa de voz. Seus anéis contam histórias; suas marcas revelam o tempo; suas raízes testemunham a permanência. Ela parece escrever, em silêncio, antigos mandamentos para a humanidade. Mas o homem não ouve.
A madeira abandonada apodrece, assim como também pode apodrecer aquilo que há de essencial no ser humano quando ele deixa de cultivar seus princípios.
A madeira conservada transforma-se em memória.
A madeira viva representa a própria vida.
A madeira em pedaços pode lembrar o homem destruído, que já não encontra forças para se reconstruir.
A madeira reaproveitada simboliza princípios que ainda podem ser resgatados.
E a madeira queimada transforma-se em cinzas, como o ser humano que consome a si mesmo naquilo que escolheu destruir.
Então, a mata silencia.
A madeira apodrece.
A chuva deixa de cair.
Os animais desaparecem.
A vida, pouco a pouco, perde seu lugar.
E talvez, quando o homem finalmente perceber o que fez, já não haja madeira suficiente para lhe ensinar novamente.
Porque a madeira nunca precisou falar para ensinar.
Nós é que precisamos aprender a escutar.

 PARTICIPAÇÃO  NA FEIRA DO LIVRO DE ESTÂNCIA VELHA

Os acadêmicos Jorge Remi Hansen e Paulo de Vargas participaram ativamente da Feira do livro em Estância Velha. Parabéns a estes escritores que tanto nos enchem de orgulho!



 ENCONTRO PRODUTIVO SOBRE O LIVRO  "TUDO SOBRE O AMOR", DE BELL HOOKS


O encontro realizado no dia 30 de setembro de 2026,  promovido pela acadêmica Eliane Anselmo, foi um sucesso!



terça-feira, 29 de setembro de 2026

 RETOMANDO A HISTÓRIA DA ALVALES, CONFORME APONTAMENTOS DE LITI BELINHA RHEINHEIMER

Retomando um pouco do histórico da ALVALES:

De 1986 a 1988,  dois anos transcorreram de corre-corres até que a ALVALES existisse de fato. Devemos a alguns heróis a façanha: a Amândio Klaus, professor de Campo Bom que pesquisou, elaborou e escreveu o 1° estatuto; Marieta Constante,professora de Campo Bom,  Catarina Macedo Hermes e Liti Belinha Rheinheimer professoras em N. H., que levaram a documentação do proceso para onde fosse necessário; Ramiro Sahpiras, advogado de São Leopoldo que cuidou da parte jurídica; Elenice Kahtirian cuidou da propaganda em jornais, revistas, rádios.

Depois de 1988, bem depressa perdemos a sala 31 do Centro de Cultura. A Secretaria de Educação e Cultura necessitava  da sala para outras atividades. Mandaram-nos para a Biblioteca Pública Municipal, mas nossas conversas atrapalhavam os leitores. Assim, ficamos sem sede e nossos encontros passaram a ser em nossas casas. 

Tarde poética na Buerhalle: 23/3/1991
Em pé:Amândio E. Klaus, Olmiro de Oliveira, Tânia Raquel Franzen, Maria Helena.
Sentados (1° foto): Marieta Constante, Catarina Macedo Hermes,  Ramiro Sáhpiras, Liti Belinha, Simone Diniz da Costa.


Esqueci, antes, de dizer que Olmiro de Oliveira, desenhista,  criou o logotipo da ALVALES,  em preto e branco, o original.


1992 -  ALVALES na Feira do Livro.

Participamos de Feiras de Livros em várias cidades, além de N. H. , Campo Bom,  Sapucaia, São Leopoldo, Taquara, Ivoti, Gramado, Canela,  Esteio e outras.


Fomos para Chapada e Frederico Westphalen com viagem e estadia pagas pelas prefeituras de lá.


Nova Roma do Sul, Liti Belinha entregando a antologia "Luzes Literárias" ao Prefeito da cidade, em 26/11/1995.


Retomando um pouco do histórico. A ALVALES é regional. Tivemos acadêmicos das redondezas. Esta placa recebi do grupo de teatro Monaliza de Esteio, pois o integrante era o diretor do teatro e participava da  ALVALES.Podem ver que a data é 1992.Na década de 1990, não existia celular, muito menos WhatsApp. Fotos ? Só com máquina fotográfica. Por isso, não temos muitas fotos.

Importante era a presença e a palavra: oral e escrita. A todo lugar que se ia, muitos declamadores havia, uma arte que se perdeu, atualmente.Importante, também é que não estávamos isolados. Mantínhamos contato com várias entidades afim.

Casa do Poeta Rio-grandense, sede em Porto Alegre. Dia de homenagem. A 2° sou eu. Ramiro Shápiras atrás. Outras pessoas de lá.

Ione Maria da Rocha Jäger, da ALVALES, também foi homenageada. Eu, com ela.


Joaquim Moncks, presidente,  discursando, eu de vermelho, 1992.




 Em Santa Maria, eu, representando Novo Hamburgo e a ALVALES, em um concurso de Conto e Poesia, com menção honrosa., 1993.

Também fomos a um congresso de Poesia em Nova Prata, mas não fizemos foto. Éramos um grupo muito unido, coeso e havia companheirismo. Se a maioria não podia, dois ou mais iam viajar para representar a academia. As viagens eram de ônibus , junto com outras entidades de Porto Alegre. 




Em 1992, também fui entrevistada por uma jornalista da TV Guaíba, para falar sobre a ALVALES, pois foi um sucesso ter sido criada uma Academia Literária no interior. Foi gravado numa fita cassete que hoje nem temos como acessar.

  20 de outubro — Dia do Poeta O Dia do Poeta é celebrado em 20 de outubro. A data está relacionada à fundação do Movimento Poético Nacional...