quarta-feira, 27 de maio de 2026





OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO

O texto que segue foi retirado do Instagram do acadêmico Sid Fontoura.

 Os Manuscritos do Mar Morto são uma coleção de centenas de textos e fragmentos de texto encontrados em cavernas de Qumran, no Mar Morto, no fim da década de 1940 e durante a década de 1950. Foram compilados por uma doutrina de judeus conhecida como essênios, que viveram em Qumran do século II a.C., até aproximadamente 70. Porções de toda a Bíblia Hebraica foram encontradas, exceto do Livro de Ester e do Livro de Neemias. Os manuscritos incluem também livros apócrifos e livros de regras da própria seita. A datação mais correta e amplamente aceita entre arqueólogos e historiadores, é entre o século II a.C. e meados do século I d.C. As datações atribuídas através do método histórico-crítico batem perfeitamente com as datações em radiocarbono. Muito se especulou sobre uma suposta datação de 2000 a.C., sendo assim, o mais antigo compilado de textos bíblicos já encontrado, isso se deve por conta de matérias tendenciosas como o famoso The weirdo cult that saved the Bible, mas tal matéria não é considerada um estudo acadêmico e carece de fontes confiáveis. Outro fato que atesta a data de meados do século II a.C., é o tipo de cerâmica em que os fragmentos foram encontrados, datando de 135 a.C. a 104 a.C.


Fonte; wiki.com
Imagens: Ilustrativas


 NÃO SÃO APENAS RAIOS DE SOL / Celso Ferruda

A vida tem ciclos. Ora, uma árvore pode ser semente; depois, cresce. Enfrenta tempestades, resiste e, mesmo assim, produz flores e frutos. Advêm outras intempéries: começam a quebrar-se galhos que antes eram fortes, e boa parte se destrói. Contudo, a base permanece.
Após tudo, ela se reconstrói, no mesmo lugar ou em outro ambiente, transplantada. E volta a ser vibrante, segura, exalando essências. Então compreende que a vida não se faz apenas de raios de sol, mas precisa repousar em alguns invernos para reflorir e tornar-se um presente vivo para a humanidade.
Quem contempla a árvore aprende: não há glória sem raiz, nem primavera sem a paciência do inverno. O que se parte, ensina. O que permanece, sustenta. E o que renasce, abençoa.

 




Eu nasci
Então eu nasci...
Num dia inesquecível eu surgi
Surgi do nada??
Não...eu nasci da luz
Peguei o ar da rua cedo demais
Nasci em um taxi em movimento
Abalei os nervos do meu pai
Assim que ele chegou no hospital...
Ah eu queria ter visto...caiu duro no chão
Corre pra cá, corre pra lá
Eu já vendo o mundo ,toda serelepe
O tempo passou,rápido e rasteiro
Levou a minha infância
Levou a adolescência, que nem tive
Levou minha inocência
Mas o tempo me deixou os sonhos
Me deixou a esperança de amar
Me deixou a vontade de viver
Ah tempo cruel...me pregou peças também.
1...2...3...raios e trovões
Começou o arrebatamento??
Não só alguns se foram
E eu me vi a chorar, a sofrer
Mas este mesmo tempo cura tudo,será??
Num bilhetinho escrito aos 8 anos,alguém que se foi deixou assim...
Mãe!
Se a vida lhe der 1000 motivos para chorar,mostre que você tem 1001 para sorrir.
O tempo não cura tudo, mas eu continuo sorrindo e vivendo feliz, porque??
Porque tenho 1001 motivos para sorrir!
Tenho Deus que me dá a força que preciso
A família que me dá o amor
As amigas que me dão o ombro
A vida que me fez mais sábia
As palavras que me trazem paz
O Sol que me faz levantar
Hoje mais um ciclo começa
5.9 nem criança, nem idosa
Apenas alguém que viveu e vive intensamente
Apenas Jã!
Parabéns, Rainha do Egito,você conseguiu mais um ano na Terra!

24 de maio de 2026

 Oficina de Escrita Criativa e Crochê, Histórias e Poemas 




A oficina de Escrita Criativa e Crochê, Histórias e Poemas ocorre às  sextas-feiras, na sede da ALVALES, sob a coordenação da Acadêmica Nícias Dória Sauer. Os encontros proporcionam momentos de aprendizado, criatividade, troca de experiências e integração entre os participantes, unindo arte, literatura e delicadeza manual em um ambiente acolhedor e inspirador.

 





Durante alguns anos, a Academia Literária ALVALES manteve o projeto Biblioteca Comunitária Marieta Constante, na Vila Diehl, idealizado e desenvolvido pela então presidente Renate Gigel, com o apoio da Acadêmica Luana Jenifer. O espaço tornou-se um importante ponto de incentivo à leitura, à convivência e à realização de atividades culturais e culinárias junto à comunidade.

Com a chegada da pandemia, as atividades precisaram ser suspensas e, diante da impossibilidade de retomada, o projeto foi oficialmente encerrado. O local permaneceu por mais de três anos abrigando o acervo literário da biblioteca e os equipamentos utilizados nas oficinas de culinária.

Em razão da solicitação de devolução do espaço pela Prefeitura, foi realizada uma força-tarefa para a retirada dos materiais, seu encaminhamento à sede da ALVALES, no Centro de Cultura, além do descarte dos itens excedentes.

A ALVALES agradece a todos que colaboraram nesse processo, especialmente ao atual presidente Jorge Remí Hansen, que coordenou os trabalhos. No dia 13 de maio de 2026, o espaço foi entregue à Prefeitura, totalmente desocupado.

Fica o reconhecimento e a gratidão a todos que fizeram parte desse grandioso projeto comunitário, que marcou positivamente a história da Academia e da comunidade da Vila Diehl.

 EXPOSIÇÃO DA ARTISTA JANAÍNA ALVES NA CASA DE CULTURA MÁRIO QUINTANA



A Acadêmica Carmen Regina  Teixeira de Quadros marcou presença na exposição da artista Janaína Alves, realizada na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre. O evento reuniu apreciadores da arte e da cultura gaúcha, celebrando a sensibilidade e a força expressiva das obras apresentadas pela artista.

 



De fonte e leito / Paulo de Vargas

Trancei desejos nos versos poéticos,
turbilhão de sentimentos ecléticos
numa poesia deste meu eu lírico.
Compus sonetos e quadras diárias
e vestindo imagens imaginárias
nos devaneios do meu mundo onírico.
Feito Camões, Antero de Quental,
o vate Jayme Caetano Braun,
genial poeta Fernando Pessoa.
Pablo Neruda, José Saramago,
e Petrarca que deixou tanto afago
induzindo também minha pessoa.
A velha mão trançando cada verso
para ser esquecido no universo
como Jorge Borges assim dizia.
Mas, por esta insistência que me fiz...
Destes mestres, discípulo aprendiz,
poeta sou a serviço da poesia.
Outono de 2026
Estância Velha-RS
"O Montenegrino"

quinta-feira, 14 de maio de 2026

 Temos muitos grandes escritores brasileiros, mas hoje vamos homenagear os que seguem:








LITERATURA IRLANDESA -  

SID FONTOURA 

Depois das literaturas grega e latina , a literatura irlandesa é a mais antiga da Europa , datando do século IV ou V d.C. A presença de uma “tradição dupla” na escrita irlandesa foi importante para moldar e influenciar o material escrito em inglês, a língua dos colonizadores da Irlanda. A escrita irlandesa, apesar de suas características nacionais e linguísticas únicas , está inevitavelmente entrelaçada com a literatura inglesa, e essa relação levou frequentemente à absorção de escritores e textos irlandeses pelo cânone da literatura inglesa. Muitos dos autores irlandeses mais conhecidos viveram e trabalharam por longos períodos no exílio, muitas vezes na Inglaterra , e isso também contribuiu para uma sensação de instabilidade no desenvolvimento de um cânone definido como exclusivamente irlandês. Escritores irlandeses importantes, de Edmund Burke e Jonathan Swift a Oliver Goldsmith , Maria Edgeworth , Oscar Wilde e George Bernard Shaw , foram tradicionalmente considerados autores ingleses (ou britânicos). Mas, durante o século XX — particularmente após a partição e a independência parcial da Irlanda em 1920-22 — os estudiosos resgataram esses escritores e suas obras para a Irlanda. Essa mudança pode ser observada na alteração do uso do termo literatura anglo-irlandesa, que em um dado momento se referia a todo o conjunto da literatura irlandesa em inglês, mas agora é usado para descrever a literatura produzida por, e geralmente sobre, membros da Ascendência Protestante Anglo-Irlandesa do século XVIII.
A história da Irlanda, marcada por conquistas e colonização, fomes e emigração em massa , resistência, rebeliões e guerras civis, deixou sua literatura impregnada por uma série de rupturas e renascimentos. Desde o século XVII, a sociedade irlandesa tem sido simultaneamente colonial e nacional independente. Essa hibridez tem sido fonte de constantes tensões culturais na literatura irlandesa, que repetidamente se concentra em torno de quatro temas: terra, religião, nacionalidade e língua.

Fonte: www.britannica.literature
Imagem ilustrativa


O acadêmico Adão Celir da Motta enviou o poema que segue, saudando o Dia das Mães.

Mãe ! Uma Estrela de Luz
Simplesmente com três letras
constrói-se a maior palavra,
com elas a gente grava
um nome que nos dá Luz.
Dá a vida e nos conduz
com ternura e seu carinho
e roga ao nosso caminho
Todo amparo de Jesus.
Das Mães são todos os dias,
mas neste dia de apreço,
recordo desde o começo.
Me dando “embalo” pra vida;
no seio me deu comida;
me deu afago e ternura;
me envolveu em candura.
Minha Santa Mãe, querida !
O tempo foi se passando
e é claro que fui crescendo
brincando e já fazendo
alguns serviços por casa
pois isto jamais atrasa
nosso futuro caminho
tendo da mãe o carinho
o qual jamais se defasa.
O tempo corre depressa
e quanto mais aumenta a idade
mais aumenta-me a saudade
dos meus tempos de criança.
De lá trouxe a segurança
que minha mãe e meu pai,
no tempo que longe vai,
a mim, deixaram de herança.
Neste dia em reverência,
pras mães de todo universo
a minha oração em verso
vem do peito o ditamento,
traduz o meu sentimento
pelas mães aqui presentes
e àquelas já permanentes
Estrelas no firmamento.
...
Meus desejos de que estejam felizes e que, assim continuem.

*Adão Celir da Motta*

 


AINDA SOBRE AS MÃES...

Ser mãe é uma dádiva, uma bênção, que atravessa fronteiras e faz até mãe adotiva estender seus braços para aquele abraço amoroso. Mãe é estender ao mundo o amor incondicional.

É ser amada por seus filhos e até pelo filhos de outras mães.

É dignificar sua existência e dar o direito à vida aos seus descendentes. Por isso existe mãe rainha, mãe criativa, inventiva, cozinheira, abraçadeira, beijoqueira e existe também mãe pai, pai mãe. Por isso ser mãe é puro amor, mãe não tem tempo ruim, ela enfrenta os desafios e chega até os objetivos. Por isso dizem: Mãe, você é minha heroína. Mãe é mãe e não tem jeito, porque cada mãe tem um jeito e a nossa sempre é: a melhor mãe do mundo!

Feliz dia das mães!

Cleuza Besckow Jardim

domingo, 10 de maio de 2026

REUNIÃO DO DIA 7/5/2026

 A Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos - ALVALES realizou, no dia 07 de maio de 2026, sua reunião mensal, em um encontro marcado pelo diálogo, pela organização das atividades da entidade e pelo fortalecimento dos laços entre os acadêmicos.

Na pauta da reunião, foram abordados temas importantes para o desenvolvimento da Academia, entre eles: a confirmação do novo endereço oficial da ALVALES, o andamento da nova Antologia, questões relacionadas às mensalidades dos acadêmicos, a confecção dos crachás institucionais, além de propostas de integração entre academias literárias e outros assuntos diversos de interesse da entidade.







 


DEUS E A MÃE
(Poema de Liti Belinha - II parte)
Mas DEUS reservou para ela
as emoções primeiras
e mais belas da Criação:
a alegria da Nova Vida,
a alegria da procriação
de um novo Ser,
com um bebê tão lindo,
com um bebê lindo,
fofo e delicado.
Anjinho sem asas
que a todos agrada.
Obra-prima de DEUS
e seu corpo.
Mãe, uma criatura que ri,
quando o filho nasce,
mesmo que se sinta em frangalhos.
Uma criatura que chora,
quando o filho parte,
sem medo, sem vergonha de chorar,
mesmo que esteja em perfeita saúde.
DEUS criou a mãe
com os olhos da alma,
Com sentimento e coração,
pois o homem recebeu
responsabilidade e ação.



 Amor incondicional /

Hoje é o dia do amor que bate 24 horas durante 365 dias de todos os anos.
Há aquele ditado...Ser mãe é padecer no paraíso!
Quem explica este sentimento?
Sentimento que não cabe dentro de nós, e às vezes sai em gestos .
Amor de mãe tem vários nomes
Um almoço de domingo
Um bolo especial
Um lanche no capricho
Um café quentinho
Um pix rapidinho, kkkk
Amor de mãe não se mede
A gente sente
A gente chora
A gente briga
A gente ama
E mãe não tem forma certa
É de todo jeito e feitio
A louca do bem
A que danca na chuva
A que não dorme antes do filho chegar
Aquela que de longe ainda cuida ao perguntar: Filho como você está?
Mãe mesmo chateada ainda ama
Mesmo cansada se levanta
Ninguém ensina pra gente a fórmula secreta
A gente aprende no amor e na dor
Faz ajustes ao longo dos anos e mesmo assim ainda erra .
Mãe ama sempre
Hoje é aquele dia ,todinho nosso
Mas sem os filhos...nada seríamos
Mãe é tudo igual?
Somente em algo
No amor incondicional
10/5/2026

 


MÃE / Zulma T. de Bem
Palavra pequena, ao mesmo tempo imensa
Na grandiosidade da sua missão!
Com exemplo, mais que com palavras,
Mostra o caminho certo, a direção.
Uma mãe sabe qual a recompensa
De acreditar no poder da oração;
Deus protege e ampara as mães que lutam,
Pra que não falte a seus filhos, o pão.
Não apenas o pão de cada dia;
Mas o pão da palavra, que os guia
Ao caminho que ao Senhor conduz.
São instrumentos de Deus, pois dão à luz!
Iguais no amor, só muda o endereço;
Todas elas possuem joias raras;
Caras...tão caras, que nunca terão preço!
São seus filhos, as joias mais queridas,
E mais preciosas, que engrandecem suas vidas,
Adornando-lhes de amor o coração!

PARTICIPAÇÃO DA ALVALES EM LANÇAMENTO DE LIVRO

A vice-presidente da Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos - ALVALES, Aida Pietzarka, participou, neste sábado, 09 de maio, do lançamento do livro Porta-Retrato, da escritora Jeanine de Moraes, realizado na cidade de Estância Velha.

O evento reuniu apreciadores da literatura e celebrou mais uma importante contribuição cultural da autora, em um momento marcado pela valorização da arte, da escrita e do encontro entre escritores e leitores.



PROJETO CONVERSA LITERÁRIA: A VIDA NARRADA- DIÁLOGOS ENTRE A ANTROPOLOGIA E A LITERATURA

O Projeto Conversa Literária, sob a coordenação do escritor Ivanio Habkost, apresentou, no dia 07 de maio de 2026, a antropóloga Margarete Fagundes Nunes, que ministrou uma palestra sobre a importância da Antropologia e suas diversas áreas de atuação.

Além de sua destacada trajetória profissional, Margarete também integra a Academia Literária do Vale do Rio dos Sinos - ALVALES, enriquecendo o encontro com seu conhecimento e sensibilidade cultural.






segunda-feira, 4 de maio de 2026

 


UM É O OUTRO - Liti Belinha Rheinheimer

Excelente livro da autora Marinês Queiroz. " A vida é repleta de desafios, e um dos maiores deles é o ato de perdoar. Sua importância vai muito além de uma simples troca de favor entre duas pessoas; o perdão é, na verdade, um presente que oferecemos a nós mesmos." (Trecho, capítulo 2 - A Aceitação do Perdão)

UM É O OUTRO - Liti Belinha

Nunca entendi por que muitas pessoas fazem questão de cultivar atitudes erradas, comidas erradas, bebidas erradas e outras " coisas" erradas. Aprenderam e sabem o que é certo, mas teimam e continuam no errado. Prejudicam a si mesmos e às vezes, aos outros, mas seguem no errado. Parece até que têm prazer assim. Gostam de sofrer!

 


A sua poesia...
Visualizei imagens não vistas,
andei em trajetos desconhecidos,
e discursei para ausentes ouvidos,
vitória de perseguidas conquistas
sendo a comoção de outros comovidos.
Defendendo o grito aprisionado,
e soltei dos grilhões os cativados,
a vitória dos tristes derrotados,
consulta de quem não foi consultado,
suavizei diferentes pecados.
O forte sol para um sonhado dia,
a fé de quem esqueceu a aliança...
Os rastros para alimentar a andança,
eu fui a sua própria poesia,
ora a sua imperdível esperança.
Outono de 2026
Shopping Novo Hamburgo
Paulo de Vargas
"O Montenegrino"

  Quando a Capoeira Encontra a Literatura Durante o Encontro dos Mestres da Capoeira com a Garotada, realizado no dia 29 de maio de 2026, na...