Na frequência da vida / Paulo de Vargas
Adocei a vida, purificando tais pensares,
flori diversos pensamentos no jardim da mente,
dissipei lampejos negativos e lamentares,
e deixei de ser infrequente para ser frequente.
Reguei a boa semente do amor no coração,
e mirei a infinitude no espelho do horizonte,
escutei do próprio coração a linda canção,
bebi o encanto de viver na puríssima fonte.
Aprendi escrever as poesias de esperança,
na gratidão de abrir os olhos para um novo dia,
de comungar benevolência ao cósmico em aliança,
de viver utopias na essência da poesia.
Exalei benévolos sentimentos de altruísmo,
nos bons arrebóis místicos de pensares alçados,
irradiando os melhores desejos ao pluralismo,
mirando à vida para frente, respeitando os lados.
Primavera 2025
PORTÃO-RS
Nenhum comentário:
Postar um comentário