Solitude / Paulo de Vargas.
Os trovões dos meus pensamentos,despertam me eu da inquietude,por topar os malevas ventos,dentro da minha solitude.Solitude não é solidão,o medo de ficar sozinho,é sentir feliz na amplidão,consigo mesmo no caminho.Não é pedir para ninguémalgum conselho para vida,é sentir-se, sim, mais alguém,e, dando a si própria guarida.De vez em quando uma cascata,no bojo deste meu olhar,algum tempo que não desata,que me faz tanto naufragar...Naufrágio... viro salva-vidas,o meu eu ajudando meu eu,entre chegadas e partidas,que esta vida sempre me deu.Outono de 2024Portão-RS
domingo, 25 de maio de 2025
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