terça-feira, 2 de setembro de 2025



 Otimista / Sid Fontoura


No dicionário da língua portuguesa, o termo otimista é entendido como pessoa que busca enxergar tudo pelo lado bom, quem não desiste diante de grandes problemas ou quem tem esperança de que tudo pode melhorar. Mas como sabermos se somos realmente otimistas, e que tipo de otimismo nós desenvolvemos?

Como escreveu o escritor alemão Gottfried Wilhelm Leibniz( 1646-1716 )  proeminente polímata e filósofo alemão e figura central na história da matemática e na história da filosofia,  existem três tipos de otimismo:

O otimismo Disposicional, que é uma característica da personalidade que se refere à expectativa generalizada de que resultados positivos ocorrerão no futuro, independentemente das circunstâncias específicas. É uma tendência a acreditar que coisas boas vão acontecer, mesmo diante de canários bastante negativos. Lá na frente tudo vai dar certo.

O otimismo Explicativo, que é a tendência de atribuir eventos positivos a causas internas, estáveis e globais, enquanto eventos negativos são atribuídos a causas externas, temporárias e específicas. Em outras palavras, é a forma como uma pessoa explica os acontecimentos em sua vida, e como isso afeta sua visão de futuro e bem-estar. Seria como afirmar que tudo na vida tem uma explicação lógica e plausível.

O otimismo Irrealista, que também e conhecido como viés de otimismo utópico, é uma tendência cognitiva em que as pessoas superestimam a probabilidade de eventos positivos ocorrerem com elas e subestimam a probabilidade de eventos negativos. Em outras palavras, é a crença de que coisas boas são mais propensas a acontecer com você do que com os outros, e que coisas ruins são menos propensas a acontecer com você do que com os outros. Essa tendência pode levar a decisões arriscadas e à falta de preparação para situações adversas.

E então, que tipo de otimista é você?

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