sábado, 20 de dezembro de 2025

 


O exercício do silêncio é tão importante quanto a prática da palavra.” A frase do filósofo William James não podia ser mais acertada. Muitas vezes, o silêncio fala mesmo mais do que mil palavras. E, ao perceber o seu valor, aprendemos a dizer somente o que precisa ser dito, sem magoar ninguém. (Sid Fontoura)

 


Prosperar sem destruir / Patrícia Pedrozo

Jornalista e agente de viagens MTB 0020373/R
Eu tenho 28 anos e acompanho o que acontece no mundo. Por isso, com frequência cada vez maior, me pergunto: será que nós estamos caminhando para o fim, para a destruição da vida? E, nessa dúvida, eu me questiono: quem somos, onde estamos e o que queremos ser?
Essas indagações, penso, formam a base para pensar um futuro ecológico que atenda às necessidades humanas — algo que corre, sim, o risco de não se concretizar. Hoje abrimos o chuveiro com tranquilidade, embora no verão, por falta de chuva, o racionamento já faça parte da rotina das pessoas em determinados lugares.
Com o aquecimento global, menos árvores e uma produção-consumo crescentes, tragédias climáticas deixarão de ser exceções e se tornarão frequentes. Por isso, antes de imaginar onde queremos chegar, precisamos compreender onde estamos. O futuro é o fim do mundo? Há sólidos estudos afirmando que estamos nos aproximando perigosamente do que os cientistas chamam de “ponto de não-retorno”, a partir do qual a vida no planeta tornar-se-á, progressivamente impossível.
O planeta não acabará — quem corre risco de findar somos nós, a espécie humana e até os animais. A diferença de temperatura entre ruas com árvores e ruas sem ela nos mostra, no cotidiano, a importância da preservação.
Somos seres capazes de pensar e racionalizar, mas muitas vezes agimos por impulso. Crescemos acreditando que acumular bens garante sobrevivência e valor social. Consumimos para demonstrar quem somos, e diariamente somos bombardeados por anúncios que reforçam esse ciclo.
Nesse afã, nos esquecemos do quão desastroso é esse caminho que trilhamos. Não há como regenerar o meio ambiente e assegurar futuro para a vida sem repensar o sistema econômico. Precisamos mudar parâmetros: riqueza não pode ser medida apenas pelo PIB, mas pela capacidade que um país tem de atender às necessidades básicas sem esgotar o planeta.
Essa é a proposta da economista Kate Raworth no livro Economia Donut: imaginar a sociedade como um donut, com um limite externo (o teto ecológico) e um interno (o alicerce social). Prosperar é viver dentro desses limites. Não há economia sem meio ambiente nem meio ambiente sem considerar economia comportamental, institucional e ecológica. E é nessa interseção que podemos construir um futuro viável — para nós e para quem virá depois.
Patrícia Pedrozo
Jornalista e agente de viagens MTB 0020373/R



 VAMOS CANTAR JUNTOS?

PRECISO DE SUA DIREÇÃO
(Celso Ferruda)
Foi você que apontou para mim,
Direcionou seu olhar e disse assim:
"Preciso falar com você!"
Confesso: foi um olhar sem sedução,
Que inflou a voz com tanta emoção,
E sem preconceito nasceu esta canção...
[Refrão]
Você traz paz para meu coração,
Preciso tanto viver esta nova razão,
Que quero falar outra vez com você...
Eu preciso da sua direção.
Tudo bem, podemos conversar amanhã,
Em um café, com um bolo de maçã,
E falar tudo o que vem do seu coração...
Eu vi em seus olhos tanta poesia,
Meu mundo de encantos já dizia:
"Descanse nos abraços de um abraço!"
E assim tudo nascia...
[Refrão]
Você traz paz para meu coração,
Preciso tanto viver esta nova razão,
Que quero falar outra vez com você...
Eu preciso da sua direção.
Quero seguir sonhando...
Como é bom estar junto com você,
Ver sua bela história acontecer,
Caminhar sorrindo, lado a lado,
Ver seus olhos marejados,
Virando páginas e dando conforto,
Sendo abraço e sendo consolo,
E sair por aí cantando sem parar...
[Refrão]
Você traz paz para meu coração,
Preciso tanto viver esta nova razão,
Que quero falar outra vez com você...
Eu preciso da sua direção, para seguir cantando.
[Refrão]
Você traz paz para meu coração,
Preciso tanto viver esta nova razão,
Que quero falar outra vez com você...
Eu preciso da sua direção, me ajude dar voz a esta canção!
Me ajude dar voz a esta canção
Para seguir "Meu mundo de Encantos"
E acender o farol dos corações.

 Último almoço do ano com o pessoal de Alvales - 11/12/2025


 


Um poema de Natal! / Cleuza Besckow Jardim

O Natal tem essa sensação
dos dias serem milagres.
Essa sensação deliciosa
das horas parecerem brincadeiras alegres.
Dias felizes, dias serenos, dias de amor!
Mesmo quando não percebemos, não importa.
Natal é mágico!
Tem cheiro de ternura e candura imensas.
Tem gosto de colo de Mãe Maria de todos nós!
Tem qualquer coisa de renascimento;
Porque será?
Vos digo:
É a esperança renascida, que chega para todos: Recebemos a alegria da chegada
do Menino Jesus!
Então é Natal,
os sinos tocam, os abraços se multiplicam, enternecem os corações !
Então é Natal, um
Feliz Natal!
Natal 2025!

 


NATAL / Argeu Gonçalves

Não importa o ano,
nem o dia, nem a hora,
natal é agora.
Natal da paz,
natal do amor,
natal do carinho,
natal do menino,
que nasceu pobrezinho
e na sua humildade
nos mostrou o caminho.
Feliz natal!

 Cada Um Dá o Que Tem...

(Celso Ferruda)
No fim, já percebemos que um dia dá uma coisa, outro nos dá outra, em meio a claridade ou a escuridão e resta confiar naquele que ainda não temos a certeza de vivê-lo e o que irá nos proporcionar. Assim como o ano, passamos um mês, depois outro. Alguns períodos mais intensos, outros menos; alguns que ficam mais marcantes, outros, nem tanto; mas há aqueles que provocam risos, inesquecíveis; saudades fortes, e aqueles que desejaríamos esquecer, pelas decepções e lágrimas, mas não podemos, pois fizeram parte de uma nova visão para o nosso crescimento.
Cada dia dá o que tem: sol, chuva, brisa, encontros, desencontros, chegadas e partidas; fogo, queimadas, fuligem, cinzas... Um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite! Uma noite de descanso ou tristeza. Mas também oferece muitas outras instabilidades repentinas que nos surpreendem. E, em cada ano, é como se fosse a sequência dos dias: entra um, perdemos outro, ficam as lembranças boas, e as amarguras, e ficamos esperançosos para o vindouro, formando novas semanas, que depois também se perdem, e fica na lembrança tudo o que nos deram, aquilo que aceitamos, e o que descartamos por inexperiência, intolerância, por egoísmo ou vaidade. E, depois, na soma do tempo, passados muitos meses, nos damos conta da perda, simplesmente por sermos imaturos diante de realidades distorcidas, como certezas de verdades, antes ao diálogo e buscar certezas.
A humanidade é como dias e anos que vêm surgindo. Há pessoas que já entram na vida de alguém brilhando, iluminam as partes escuras, curam feridas, saram cicatrizes e constroem uma vida nova. Algumas vêm e somam muito e também ajudam a somar; outros, como os dias pesados, passam, também ficam para trás, deixando sua lição de vida, como não agir. Outros, os que têm luz, continuam iguais aos dias, como se fossem aqueles raios de luz no horizonte que fazem crescer aquela semente enterrada, parecendo sem vida, em árvore majestosa, colorida, desejada e rica de sentimentos. Ou como um pôr-do-sol no horizonte, indo livre ao descanso, deixando um rastro de belezas em seu céu.
Todos dão, ao longo dos seus dias ou anos, aquilo que têm em seus princípios, ou veem você como luz ou como escuridão; como trave ou como colírio nos olhos, e julgam pelo que pensam, pelo que você tem e não pela essência, pela grandeza, desejando sempre o melhor, querendo sempre o melhor e desejando ver o seu brilho diário, somando meses e anos. Os que têm a trave no olho, enxergam somente a si, e julgam-se que são dias únicos e, realmente, são...
Se, como cada dia e cada mês vivemos, e escolhemos para onde seguir, frente a frente, também fazemos escolhas, damos prioridades ou não, frustramos, ou alegramo-nos, manifestando justamente aquilo que cultivamos em nossa mente e em nossos corações, dando e mostrando ao outro, exatamente, aquilo que cada um de nós tem para dar do que vem de dentro de si.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

 MOMENTOS SIGNIFICATIVOS DO SARAU NO DIA 4/12/2025




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 No dia 04/12/2025, durante o Sarau do Advento, foram diplomados dois novos acadêmicos da ALVALES:

* LEANDRO MATTE – Cadeira 47 - Patrono: Fabrício Carpinejar
* NELSON MARQUES ORTACIO – Cadeira 48 - Patrono: Luiz Coronel
Sejam bem vindos, Leandro e Nelson!



 











   

 Numa noite de advento

Um grande evento aconteceu
Memórias se formaram
Poesias recitaram
Novos membros chegaram
Uma noite iluminada
Pessoas emocionadas
O canto coral
Cantou músicas de Natal
Gerando pura emoção
Um alento ao coração
Enfim nosso sarau
Foi sensacional
Ao grupo que organizou
Minha eterna gratidão
Jã 4/12/2025

 



Lua plena / Adriane Kalsing

Lua plena
Lua cheia
Lua misteriosa & leitosa
Dilatada e fecunda de encantos
Enebriante...faiscante...fascinante...
Admiro-te neste instante
"Por toi" suspiro nesta noite
Com tua luz prateada
Me sinto enebriada
Assim como Mario Quintana
Me vejo espantada
Como fosse ver-te
A primeira vez
Nessa imensa poeira cósmica
Teu reflexo lunar tem uma estética ...
Estrelas, cometas,
Planetas,nuvens,
Humanos,etc e tal
Todos se rendem
à tua magia especial!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

No dia 30/11/2025, a Feira do Livro se despediu em grande estilo. Um sucesso cheio de momentos especiais, guardados com carinho.
















Sábado, 29/11/2025, mais um dia movimentado na feira! Presença de acadêmicos e visitantes entusiasmados com o acontecimento.